sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Quem te faz feliz?

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Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: 
– Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade ?


Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança.
Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro NÃO, daqueles bem redondos! – Não, o meu marido não me faz feliz !
(Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).

Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz.



E continuou:
“O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental.  E assim eu poderia citar uma lista interminável. Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz!
Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada, mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza. Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.  

Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos. Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros.  É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.

Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros.
A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.

Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade.”

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Minimamente Feliz

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A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.

Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa
felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma
felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.
  'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a
felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'. Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela
felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de
felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.


Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.


Leila Ferreira, jornalista

sábado, 16 de julho de 2011

Como me torno um sábio?

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- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas...
- Mas como fazer boas escolhas?
- Experiência...
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas...
[Conto Zen]

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Você é exemplo pra alguém. Sempre!

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Tantas vezes dizemos e ouvimos dizer que devemos deixar um mundo melhor para nossas crianças. Mas quantas vezes nós, pais e mães, nos preocupamos em deixar crianças melhores para o mundo?
Você é o exemplo de alguém. Lembre-se disso.
Seja a mudança que você quer ver no mundo!

terça-feira, 28 de junho de 2011

E você? O que pretende fazer da sua vida?

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Se você só pudesse fazer uma coisa, pelo resto da sua vida, o que seria?
O que você faria (ou faz) até de graça, pelo simples prazer de estar fazendo?
Que tipo de atividade te satisfaz e te traz uma sensação de "dever cumprido"?
Nem sempre é fácil fazer uma auto-reflexão à respeito de nossas vidas pessoais e profissionais, mas isso é necessário. Na verdade é fundamental!
Pensando nisso, encontrei estas cinco perguntas que podem servir de "bússola" para que você possa guiar seus esforços em direção a um desenvolvimento "sustentável" e contínuo, de forma a crescer como pessoa, cidadão e ser humano...

  1. Se pergunte – Se eu só pudesse fazer uma coisa pro resto da minha vida, o que seria?
  2. Faça uma mistura – Se você pudesse combinar todos seus talentos em alguma coisa  extremamente única, o que seria?
  3. Leitura – Qual sua revista favorita ou o seu programa de TV favorito? Normalmente sua paixão é encontrada nas suas atividades de lazer.
  4. Por favor, cale a boca! – Qual o assunto que você não consegue parar de falar sobre? Esse assunto é a sua paixão.
  5. Quem você admira? – Veja as pessoas que você mais admira. Para elas alcançarem o sucesso, que fator as levou até lá? Esse fator é a sua paixão.
  Fonte: The Toilet Paper Entrepreneur

domingo, 19 de junho de 2011

As Lições do Bambu

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"Depois de plantada a semente, não se vê nada;
Durante cinco anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra esta sendo construída... Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês: você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava..."
Tenha sempre dois hábitos: 

  • Persistência;
  • Paciência

“O corpo do maior de bambu que possa conhecer, não é grande em comparação a outras muito maiores árvores da floresta. Mas o bambu pode suportar invernos frios e verões muito quentes e são por vezes as únicas árvores que ficam de pé após uma tempestade”.
Garr Reynolds é um consultor americano, especializado em apresentações – o seu livro Apresentações Zen é um best seller mundial – que há muitos anos vive radicado no Japão.
Utilizando-se da rica cultura japonesa, Garr faz um paralelo entre os nossos desafios e a capacidade de resiliência de um bambu.
Abaixo você encontra o vídeo da sua apresentação no evento TEDx em Tóquio e os slides que desenvolveu para o evento.



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Liderança é tudo

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Há muitos e muitos anos, viveu um homem do mar, conhecido como "Capitão Thomas Peter". Ele era muito valente e jamais teve medo diante de qualquer inimigo.
Certa vez, navegando pelos sete mares, um dos vigias da embarcação viu que se aproximava um barco pirata.
O Capitão gritou:
- Tragam a minha camisa vermelha!
E vestindo-a, ordenou aos seus homens:
- Ataquem! Ataquem e vençam estes malditos piratas!
E assim foi feito, e derrotaram os piratas. 
 
Alguns dias mais tarde, o vigia viu dois barcos piratas.
O Capitão pediu novamente sua camisa vermelha e a vitória voltou a ser sua.
Nesta mesma noite, seus homens perguntaram por que ele sempre pedia a camisa vermelha, antes de entrar na batalha. 
O Capitão respondeu:
- Se eu for ferido em combate, a camisa vermelha não deixará que meus homens vejam meu sangue, e assim, todos continuarão lutando sem medo.

Todos os homens, diante daquela declaração, ficaram em silêncio, maravilhados com a coragem de seu comandante.
Logo no amanhecer do dia seguinte, o vigia viu 10 barcos piratas que se aproximavam. Toda a tripulação, assustada, dirigiu os olhos para o Capitão, e ele com sua voz potente e sem demonstrar nenhum medo, gritou:

- Tragam a minha calça marrom !

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